8 de julho de 2010

Até quando?


Aquele texto da Elisa Lucinda serviria perfeitamente de base para esse texto. Mas, como ele já foi postado aqui (link), vou tentar fazer algo com as minhas próprias mãos. Estou completamente indignado com certas coisas que acontecem ao nosso redor. Acabei de ler uma "reportagem" em forma de diário que conta os 44 dias de uma menina sequestrada. Como se o fato dela ser mantida em cárcere privado não fosse o bastante, ela era submetida a barbaridades que doeram em ler. Posso nem imaginar como seria sentir. Materiais introduzidos em seus órgãos genitais, queimaduras, espancamentos e estupros. E não são queimaduras, espancamentos e estupros normais, se é que existe algo de normal nisso. Ao todo, foram mais de 400 estupros. Queimaduras das formas mais inimagináveis possíveis. Junko Furuta, uma linda garota japonesa, foi obrigada a beber da própria urina e se alimentar de baratas. Quando já nem conseguia se mexer de dor e impossibilitada até de respirar pelo nariz, chegou a implorar pela própria morte. Seu rosto foi queimado por vela e seu corpo mutilado em uma tortura final de duas horas.

Maio de 2010. A ex-procuradora Vera Lúcia é presa por torturar uma criança de DOIS anos. Motivo? Se me perguntarem, direi psicopatia, se é que essa palavra existe. Na semana seguinte, saiu uma reportagem na revista Veja sobre isso. Se quiserem saber por que um indivíduo desse porte adota uma criança, aí vai: Ela recebe uma aposentadoria de 25,000 reais mensais e não queria dar esse dinheiro pro governo quando morresse. A pergunta que não quer calar: Como ela consegue adotar uma criança? Com tantos casos de pessoas sofrendo para uma adoção, que ficam anos e anos na fila procurando uma criança para tomar conta e nada. A prova de que o dinheiro faz coisas que até Deus duvida.

Quem não se lembra do caso do menino João Hélio? Aquele cuja mãe foi assaltada e, ao levarem o carro, o garoto ficou preso pelo cinto de segurança e arrastado com a cabeça tocando o asfalto por quilômetros.

Um dos crimes que mais chocou o país, com certeza, foi o da Isabella Nardoni. Uma criança linda, amada pela mãe, que foi brutalmente assassinada pelo próprio pai. Aliás, pode essa pessoa ser chamada de pai? I don't think so. Depois de dois longos anos, o casal foi condenado por anos e anos de reclusão em regime fechado.

Mas, como assim? Alguém, por favor, poderia me explicar como essas pessoas, quando vão, são presas? Elas tiram a vida de pessoas inocentes, ou, no caso do post, crianças com um futuro todo pela frente. Essas pessoas merecem viver? Quem sou eu para julgar alguém, mas acho que estou em melhores condições que essas pessoas, por isso, sim, estou aqui, mostrando a minha completa INDIGNAÇÃO! Sim, IN-DI-GNA-ÇÃO. "Meu coração está no escuro, a luz é simples, regada aos conselhos simples de meu pai, minha mãe, minha avó e os justos que os precederam".
Confesso: não consegui não usar o texto da Elisa. Um texto maravilhoso, profundo, que deixa muito a se pensar sobre o ser humano. Criaturas sujas, seres que se vendem por nada. Pessoas que são verdadeiros animais, no sentido mais podre da palavra.

12 de junho de 2010

Gay Heterossexual


Bacanundos (como diz a saudosa Maria Rita), o post de hoje novamente contou com a ajuda da Cláudia. Mas, dessa vez, eu não copiei o texto que ela postou. Fomos além. Na mais pura FALTA DO QUE FAZER, pegamos um vídeo (link) de uma entrevista com a Ana Carolina, e ela lê um texto muito engraçado e, de certa forma, deve ser verdade. O texto se chama "Gay heterossexual" e, só pelo nome, já dá pra ver que é engraçado. Bom, eu gostei. :/ Mas, enfim, a Cah e eu pegamos o áudio do vídeo e fomos copiando letrinha por letrinha, já que não achamos o texto. :/ HUAHA Bom, eu mereço, no mínimo, 50 comentários só por isso. u_u
Ah, e aproveitando que vocês estão lendo (assim eu espero), vou divulgar o blog de uma amiga super querida, a Paula. Aí vai o texto! Enjoy it. ;)


Gay heterossexual

- Você é um gay heterossexual

- Eu?

- Sim. Um gay que gosta de mulher e só de mulher, essa é a diferença.

- Mas de onde você ta tirando isso? Eu adoro futebol.

- Meu cabeleireiro também adora.

- Eu gosto de lavar carro, sofro com qualquer arranhãozinho ali no meu carro.

- Meu estilista, também.

- Ah, meu Deus. Você não me ama mais.

- Viu como é dramático? Qualquer coisa é uma ópera gay!

- Não sou nada. Não uso piteira pra tragar as palavras.

- Olha aí, humor refinado. Seu humor é gay. Ninguém entenderia essas piadas.

- Não, para, você ta me provocando à toa.

- Não, acho extremamente viril um gay ser heterossexual.

- Ta bom! Me mostra que sou gay!

- Lembra quando você fez um strip na última semana?

- Lembro. E daí? Não gostou?

- Vibrei! Sabemos, mas você arrancou a camisa, a calça, jogava pro lustre, pela janela, mostrava um desinteresse passional furação. E... no instante de retirar as meias, você cria um novelo com as duas como se fosse guardar na gaveta!

- Não me diga que é gay!

- Sim, foi uma parada gay.

- Para de polinizar. Não posso ser gentil, educado, afetuoso e já me rotula.

- Conversa de gay. Não recordo de um marmanjo defendendo a sua ternura.

- Sou vaidoso no amor, e daí?

- Pinta as unhas, corta o cabelo uma vez por semana. Seu guarda-roupa é duas vezes o meu! Adora loja, disposto a debater duas horas se leva uma echarpe ou não.

- Não vejo a vida com maniqueísmo, homo e hétero.

- Quanto tempo você suporta uma mancha no tapete?

- Cinco minutos!

- É! É o tempo pra buscar um desinfetante, né?

- Bom, ta tudo bem! Quer uma prova de que sou inteiramente masculino?

- Inteiramente? Estranho... um gay que emprega muito esse tipo de advérbio.

- Não, não, deixe eu falar.

- Ta, tudo bem. Me diz qual é a prova irrefutável.

- Eu tenho um poncho.

- Ué, todo gay usa poncho.

- Ah, eu vou mandar prum analista de Pagé pra acabar com essa frescura.

- Tudo bem, é um homem. Você é um homem. Um homem gay.

- Poderia arrumar seu brinco?

- Ta aí, falei. Repara em tudo, comenta qualquer pessoa que passa. O jeito que ela se veste, o jeito como ela fala, tomado de uma maldade alegre.

- Ué, falando mal dos outros que eu aprendi a me criticar.

- Nunca tem fim uma discussão de um relacionamento. Emenda um problema no outro, não termina um assunto.

- Acho que você está acostumada com desprezo.

- Ta me ofendendo? Eu puxo os seus cabelos.

- E se encontrar um nó, desembaraça?

- Isso é um detalhe! Observe agora a sua quebradinha de quadril pra afirmar que não é gay.

- Não, não, não. Isso não é suficiente.

- Combina cueca com camiseta. Homem não escolhe a cueca, pega a primeira que aparecer pela frente.

- Não me convenceu isso aí. Isso aí é de suas histórias, não é capricho.

- Limpa a casa com entusiasmo. Vocação Maternal.

- É uma vingança porque canto ABBA na cozinha.

- Não me entenda mal. Acho você um homem perfeito. Mas um super homem do Gil.

- Gilberto Gil? Pretende me desmoronizar?

- É um elogio, porra!

- Parece um homem falando agora.

- Ah, vá se danar!

- Descobri o que quer com essa conversa. Já transou com um gay, acertei?

- Tudo bem, sua paranoia é masculina

7 de junho de 2010

Procura-se esperança desesperadamente


Tem um bom tempo que não venho aqui. Precisava postar algo, então uma ajuda veio do céu pra mim. Aliás, do céu não. Veio do Rio de Janeiro. Sim, essa cidade maravilhosa onde uma das pessoas mais importantes pra mim mora, a Cláudia (clique no link para checar o seu novo blog.). Anyway, a Cah me mostrou esse post e não deu outra: Precisava postar isso aqui. Então, espero que vocês gostem e... tô esperando os comentários!

“Pra onde foi a minha inspiração? Cadê? Uma preguiça de acordar. Uma preguiça de tomar banho, escolher uma roupa, escolher entre bolo de chocolate e suco de laranja. Tudo parece ter o mesmo gosto falso de paliativos. De forte somente a preguiça de contar de tantas preguiças.
Da cartilha do sucesso, que manda estudar, amar o que se faz e se relacionar bem, apenas amei. Nem isso faço mais. Sou um péssimo aluno.
Tenho a impressão de ter chegado ao topo de uma montanha, mas ela era muito alta e afastada e ninguém me viu.
Em vez de sucesso sinto segundos desejáveis de suicídio, vontade de pular lá de cima da montanha com o dedo desejando um último foda-se ao mundo. Nem que seja para fazer barulho e sujar o chão dos equilibrados. Nem que seja para fazer falta. (…)

Chega de idealizar uma vida com um fone no ouvido. Eu quero tocar, eu quero cair das nuvenzinhas acima da minha cabeça.
Junto com meu deslumbramento, perdi boa parte de quem eu era. Boa parte tão grande que não tenho para onde ir. Sou um sem-vida.
Junto com o meu deslumbramento, perdi o rumo: quem não sonha não sabe aonde quer chegar.
O sonho guia, leva longe. Mas de frustrado ele te faz retroceder alguns anos, te transforma em criança assustada. Sei disso quando durmo em posição fetal querendo ser devolvido ao quente da minha proteção primária.
Minha esperança é que o sonho esteja apenas cansado e depois de uma boa noite retorne colorido, musicado e perfumado. Eu disse a minha esperança? Então eu ainda tenho alguma? Nem tudo está perdido.
Estou deslumbrado com a vida, que te devolve à infância quando o mundo adulto atropela e fere. Lá na infância você se enche de sonhos e volta preparado para o mundo adulto, que se ocupa a frustrá-los todos novamente.
Eu disse que estou deslumbrado? Não, eu não disse, eu escrevi. Que papo é esse?
Entre idas e vindas me resumo feliz. Entre altos e baixos me resumo equilibrado. Sendo assim, tá na cara e não tem pane: ando meio mal mas vou sair dessa.”

Por Tati Bernardi.

11 de maio de 2010

A Geração Tolerância

A edição da Veja dessa semana trouxe como reportagem capa "A geração tolerância." (link)
Então nem preciso comentar, embora já o tenha feito no twitter, que as ideias começaram a borbulhar aqui em minha cabeça.
Porém, como já enviei à redação da revista, eles foram muito otimistas e específicos ao colher os depoimentos dos entrevistados. Eles deveriam mostrar, denunciar indiretamente, os pais e a sociedade em geral que não aceita essas "diferenças" que já são tendências claras do mundo contemporâneo. Por exemplo, não é todo mundo que aceita um casal de diferentes raças e religiões. Tampouco de mesmo sexo. Esse último caso, principalmente, é o que não vejo mudanças à curto prazo.
A edição afirma, ainda, que "
As mães se assustam, mas logo o amor materno supera o choque do novo." Bom, eu confesso que quase fiquei órfão quando resolvi assumir a minha sexualidade à senhora "amor materno", mas ainda falta comprovar a segunda parte, a que afirma esse amor supera o choque. Não, meus amados, nem sempre é assim. Pelo contrário. Há praticamente dois anos e meio resolvi confiar a minha sexualidade à minha mãe. Quem está ao meu redor, mesmo que do outro lado do país, sabe que até hoje esse choque não foi superado. Confesso que, mediante tanta pressão, às vezes eu me arrependo de ter contado. Pura idiotice minha. Eu não tenho que me adaptar à sociedade, essas pessoas medíocres que têm que aceitar as diferenças e perceberem que o mundo não gira somente ao redor deles. After all, mudanças existem e muitas delas são para melhorar. Preciso lembrar de fatos históricos que afirmam o que foi dito? Preciso lembrar que, se não fosse por revoluções, o mundo continuaria governado por autoritaristas ou, até mesmo, senhores feudais? Que as mulheres não teriam direito ao voto, assim como negros e analfabetos? Bom, acho que não. Isso já é de conhecimento geral. Assim como também é de conhecimento geral que a mudança não está acontecendo como deveria, infelizmente. Medidas estão sendo criadas, como casamento homossexual, leis contra homofobia.. Mas, ei. Isso é o óbvio a se fazer. Temos liberdade para assumir quem somos, sem precisarmos de fachadas, sem medo de sermos zoados ou, até mesmo, agredidos.
Cabe à sociedade decidir se vão querer ser pacíficos e abertos à mudanças quanto a isso ou se vão permanecer nesse mundinho de merda que vivem.

19 de abril de 2010

Desabafo


Sabe aquela história de "Casa nova, vida nova"? Vão por mim, não acreditem. É tudo encheção de saco; algum filho da puta que resolveu tirar sarro com a minha cara e falou isso. Tudo continua a mesma merda e, no final, você morre. É assim que as coisas funcionam. Sempre foi, sempre será. Não tem nada que possamos fazer. E, se tentarmos mudar algo, piora. Quanto mais a gente mexe na merd*, mas ela fede. É por aí, mas não com tanta vulgaridade. But, that's the way it is. Quando alguma mudança significativa acontece, a ingenuidade fala mais alto, pelo menos comigo foi assim. E agora estou aqui.. precisando das coisas mais simples da vida. Muitas pessoas podem pensar que eu sou aquele tipo de... como se chama mesmo?! Ah! Rebelde sem causa. Segundo os outros, eu tenho tudo o que preciso, e ainda mais... mas será que essas mesmas pessoas pararam pra pensar que o que eu quero, na verdade, é apenas que me enxerguem? Que percebam que tudo o que eu faço é em busca de reconhecimento, de amor, de compreensão, amizade e companheirismo. Ei, eu tô aqui, preciso de vocês! Será que eu preciso pregar isso na minha testa? Ah, eles não olham pra mim, não iria adiantar muita coisa, exceto que eu faria um tremendo papel de idiota. Bom, pra variar, vocês podem estar achando que isso é drama.. Eu sei. Mas eu te proponho a passar uma semana, ou melhor, um dia seria suficiente. Um dia daqueles, onde você faz tudo e não recebe nada em troca.. ou melhor, até recebe. Mas não aquilo que estava esperando. Se você continua achando que é drama, tenta abraçar e beijar a pessoa que você mais ama, dentre todas.. e não receber nada. Ah! Mas não esquece de questionar depois... Poxa, eu te abracei e te beijei e você não fez nada. Se essa pessoa responder que não percebeu, welcome to my world, honey.

21 de março de 2010

Só de Sacanagem - Elisa Lucinda


Hoje decidi dar uma relida em um texto que eu ouvi sendo citado por Ana Carolina. O texto, como vocês já devem ter notado, chama-se Só de Sacanagem, e foi escrito por Elisa Lucinda.
Esse texto fala da triste, cruel e infeliz verdade do nosso país, no que diz respeito à corrupção, principalmente. Do dinheiro que duramente trabalhamos para conquistar e que vão parar nas mãos de bandidos bem vestidos. Do dinheiro que poderia ser usado para transformar o Brasil em um país digno de se viver! Sem problemas de miséria, desnutrição, analfabetismo... Mas não... Um país com uma mente tão porca quanto esse.. não poderia sair nada que preste! Então fica aí o texto da Elisa Lucinda. E mais abaixo, o vídeo em que a Ana Carolina lê o poema. Recomendo que vejam!

"Meu coração está aos pulos!

Quantas vezes minha esperança será posta à prova?

Por quantas provas terá ela que passar? Tudo isso que está aí no ar, malas, cuecas que voam entupidas de dinheiro, do meu, do nosso dinheiro que reservamos duramente para educar os meninos mais pobres que nós, para cuidar gratuitamente da saúde deles e dos seus pais, esse dinheiro viaja na bagagem da impunidade e eu não posso mais.

Quantas vezes, meu amigo, meu rapaz, minha confiança vai ser posta à prova?

Quantas vezes minha esperança vai esperar no cais?

É certo que tempos difíceis existem para aperfeiçoar o aprendiz, mas não é certo que a mentira dos maus brasileiros venha quebrar no nosso nariz.

Meu coração está no escuro, a luz é simples, regada ao conselho simples de meu pai, minha mãe, minha avó e os justos que os precederam: "Não roubarás", "Devolva o lápis do coleguinha", "Esse apontador não é seu, minha filha". Ao invés disso, tanta coisa nojenta e torpe tenho tido que escutar.

Até habeas corpus preventivo, coisa da qual nunca tinha visto falar e sobre a qual minha pobre lógica ainda insiste: esse é o tipo de benefício que só ao culpado interessará. Pois bem, se mexeram comigo, com a velha e fiel fé do meu povo sofrido, então agora eu vou sacanear: mais honesta ainda vou ficar.

Só de sacanagem! Dirão: "Deixa de ser boba, desde Cabral que aqui todo mundo rouba" e vou dizer: "Não importa, será esse o meu carnaval, vou confiar mais e outra vez. Eu, meu irmão, meu filho e meus amigos, vamos pagar limpo a quem a gente deve e receber limpo do nosso freguês. Com o tempo a gente consegue ser livre, ético e o escambau."

Dirão: "É inútil, todo o mundo aqui é corrupto, desde o primeiro homem que veio de Portugal". Eu direi: Não admito, minha esperança é imortal. Eu repito, ouviram? Imortal! Sei que não dá para mudar o começo mas, se a gente quiser, vai dar para mudar o final!"


All my loving...


O post da vez é algo que todos sabem como é.

Todos sabem como é aquela sensação de querer abraçar alguém e não poder, de poder chorar nos ombros daquela pessoa que você não pode, de dar o beijo mais carinhoso em cada um dos lados do rosto e dizer: - Te amo.
Por que isso não é possível? Bom, pra quem ainda não entendeu, eu tô falando daquele sentimento que nos faz odiar, detestar, sentir total repulsa... A distância. Sim, a maldita. E eu resolvi falar sobre isso porque eu perguntei à Camilla (de São Paulo) o que postaria no blog antes de dormir e ela disse: - Poste algo inspirado em mim. E é isso que eu vou fazer, vou tentar postar algo inspirado em todas as pessoas que estão longe de mim.. fisicamente, é claro.
Quem inventou a internet com certeza não pensou no mal que isso causaria à vida das pessoas.. Ao mal que causa em minha vida. Mas é um mal extremante bom... Estranho isso, né? Não me peçam pra explicar. Mas pensem comigo.. você sabe que tem aquela pessoa que mora do outro lado do Brasil, ou até mesmo do mundo, e que dificilmente você algum dia a verá pessoalmente e poderá abraçá-la e fazer todas as coisas que já foram comentadas acima... e mesmo assim você sente a necessidade de falar com ela todo dia, de mandar sms, mandar cartas, depoimentos e todo o tipo de coisas, até mesmo tweets, que agora está no auge. Quando você se assusta, aquela mesma pessoa que mora do outro lado se tornou sua melhor amiga e você já não imagina a sua vida sem ela.. Gente, como pode? Você nem viu a pessoa!
Mas por um lado, você descobre que essa mesma pessoa também sente a mesma coisa por você. Pronto, dois loucos! Por favor, inventem uma especialização da psicologia pra quem usa a internet a fim de conhecer amigos, por favor!
Mas é verdade... a amizade virtual é complicada, e sempre frágil. Aquela amizade que você tem que ter todo o cuidado possível... Mas é uma amizade que vale a pena arriscar. Você acaba se tornando outra pessoa. Uma pessoa melhor, claro.. after all, você conhece todo o tipo de gente aqui.. e acaba amando essa pessoa de uma forma que talvez você não a amaria se a tivesse conhecido pessoalmente primeiro.. Tá, isso ficou confuso, mas vocês devem ter entendido!
Enfim, aonde eu quero chegar (finalmente)... A amizade virtual é talvez um dos sentimentos mais complexos de se entender... Por favor, não tentem entender. Simplesmente sintam e torçam para que um dia, mais cedo ou mais tarde, você possa encontrar essa pessoa que você tanto ama e preocupa e possa abraçar, chorar no ombro e dar um beijo em cada um dos lados do rosto e dizer: - Te amo. E espero que esse dia chegue logo.. pra todos nós, porque eu, sinceramente, não aguento mais não poder fazer isso!

19 de março de 2010

Get this party started

Bom, pessoal, então é isso: Eu também criei um blog pra mim. Estranho, não? Pois é..
Como toda ideia de blog, aqui vou postar ideias, pensamentos, comentários e opiniões sobre diversos assuntos. Espero que vocês gostem e os comentários estarão sempre disponíveis!